terça-feira, 26 de maio de 2009

Só hoje.




Sabe aqueles dias em que tudo que você precisa é de um abraço? Tô vivendo esse dia hoje. Vontade de estar junto, abraçada, sentindo aquele perfume familiar que te conforta e faz seu coração bater mais lento e mais forte ao mesmo tempo. Vontade de ver aquele sorriso, sentir aquele toque, implicar daquele jeito. Vontade de estar perto, vendo um filme, conversando, tomando sorvete ou qualquer outra coisa. Vontade de só estar junto.

"Hoje eu preciso te abraçar, sentir teu cheiro de roupa limpa, pra esquecer os meus anseios e dormir em paz..."

domingo, 10 de maio de 2009





Sempre tive dificuldades em gostar das pessoas. Acho que no fundo, eu sempre soube que acabaria me magoando, cedo ou tarde. Tudo é tão simples até um certo ponto, até um certo grau de importância que uma pessoa adquire em nossas vidas. Não há cobranças, não há preocupações, não há brigas, ou quando há, são irrelevantes. Logo você esquece. Aí o tempo passa, os laços se firmam e é tarde demais. Você acostuma com a presença dela e, de certa forma, passa até mesmo a depender dela. Não literalmente, mas da companhia, dos conselhos, do cheiro, da voz, ou de qualquer particularidade dela que seja marcante pra você e que te faça se sentir melhor. Ela já faz diferença na sua vida sempre que tá por perto, mesmo que você não perceba de pronto. Tudo muito bom, tudo muito lindo, até que essa pessoa te magoa pela primeira vez. Você sente algo te atingindo e é tão forte e tão de surpresa, que não sabe de onde veio. Aos poucos você começa a compreender o que está acontecendo e se recupera, mas depois de algum tempo, acontece novamente. Cada vez é pior, porque o tempo vai passando e a importância dela pra você vai aumentando e os momentos bons são cada vez mais maravilhosos, enquanto os ruins... Talvez seja mais fácil ser sozinha. Quando não nos envolvemos com ninguém, temos total controle sobre nossas emoções, porque somos responsáveis por elas. Quando envolve outra pessoa, elas se tornam compartilhadas e perdemos o domínio dos nossos sentimentos e muito da racionalidade. Parece que nos tornamos fantoches da vontade alheia, porque nossa alegria se baseia nas ações da pessoa e, nossa tristeza, mais ainda. Cadê você nessa hora, Racionalidade? Sim, ficar sozinha pode ser doloroso à princípio, mas depois de algum tempo se torna fácil e descomplicado, como um relacionamento nunca chegaria a ser. Só é preciso escolher o momento certo e que não dificultem tanto sempre que tentamos dar um passo pra deixar tudo pra trás, como têm sido pra mim...

sábado, 9 de maio de 2009

Yes? No? Maybe? Sure?




Existem momentos em que você quer conversar e contar tudo o que sente pra alguém, mas deseja que esse alguém seja um ouvido mudo. Que te escute, te entenda, que preste atenção em cada palavra do que está dizendo, mas não diga nada. O que fazer quando você se dá conta de que alguma coisa está errada ou que tem algo faltando e, aos poucos, você vai tomando a consciência exata do que é, mas ir atrás desse algo pode fazê-lo se partir em pedaços e fugir do seu alcance? E quando existem dois caminhos, sendo um deles o qual você quer seguir e o outro, mais ameno, seguro, onde não existirão pedras que te farão tropeçar? Querer uma coisa é realmente o suficiente? Querer uma coisa é o bastante pra mergulhar numa trilha instável, onde a qualquer curva por ser o fim do caminho e ... game over? Eu preciso realmente descobrir.

=/




Nada é mais belo que a tristeza, porque ela é verdadeira.Nela tem pouco de tudo. Dos sentimentos mais breves, aos mais intensos. Ela nos lembra da dor e da alegria. Ela nos lembra o que tivemos e o que não suportaríamos perder.